{"id":32047,"date":"2025-10-18T10:45:00","date_gmt":"2025-10-18T13:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=32047"},"modified":"2025-10-13T21:29:30","modified_gmt":"2025-10-14T00:29:30","slug":"estudo-revela-o-grande-perigo-que-o-refrigerante-zero-pode-causar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/estudo-revela-o-grande-perigo-que-o-refrigerante-zero-pode-causar\/","title":{"rendered":"Estudo revela o grande perigo que o refrigerante zero pode causar"},"content":{"rendered":"\n<p>Um novo estudo apresentado na UEG Week 2025, o congresso europeu de gastroenterologia, revelou que as bebidas ado\u00e7adas artificialmente, conhecidas como \u201cdiet\u201d ou \u201czero\u201d, podem causar mais danos ao f\u00edgado do que os refrigerantes com a\u00e7\u00facar. <\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisadores acompanharam mais de 123 mil pessoas do banco de dados brit\u00e2nico UK Biobank por cerca de 10 anos, todas sem hist\u00f3rico de doen\u00e7a hep\u00e1tica no in\u00edcio da pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Consumo de refrigerantes e risco hep\u00e1tico<\/h2>\n\n\n\n<p>O estudo analisou o consumo de refrigerantes com a\u00e7\u00facar e diet. O resultado mostrou que quem consumia mais de 250 gramas de ado\u00e7ante artificial por dia, equivalente a uma lata, teve 60% mais risco de desenvolver doen\u00e7a hep\u00e1tica gordurosa associada \u00e0 disfun\u00e7\u00e3o metab\u00f3lica, uma condi\u00e7\u00e3o que pode evoluir para cirrose e c\u00e2ncer de f\u00edgado. <\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o grupo que consumia bebidas a\u00e7ucaradas apresentou aumento de risco de cerca de 50%. Ao longo da pesquisa, 1.178 pessoas desenvolveram a doen\u00e7a e 108 morreram por causas hep\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refrigerante zero n\u00e3o \u00e9 inofensivo<\/h2>\n\n\n\n<p>Um dado preocupante \u00e9 que apenas as bebidas diet mostraram rela\u00e7\u00e3o com mortes por doen\u00e7as hep\u00e1ticas. Ambas as vers\u00f5es, com a\u00e7\u00facar ou zero, contribu\u00edram para o ac\u00famulo de gordura no f\u00edgado. <\/p>\n\n\n\n<p>Estudos simulando a substitui\u00e7\u00e3o do refrigerante por \u00e1gua mostraram redu\u00e7\u00e3o do risco, 12,8% para as bebidas a\u00e7ucaradas e 15,2% para as diet. Trocar uma vers\u00e3o pela outra, no entanto, n\u00e3o trouxe benef\u00edcios.<\/p>\n\n\n\n<p>Os autores explicam que ado\u00e7antes artificiais podem interferir nos mecanismos metab\u00f3licos e na microbiota intestinal, ajudando a entender por que essas bebidas podem ser prejudiciais mesmo sem conter a\u00e7\u00facar. Esse efeito explica parte do aumento de mortalidade hep\u00e1tica observado apenas nas vers\u00f5es diet.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo desafia a percep\u00e7\u00e3o de que vers\u00f5es \u201csem a\u00e7\u00facar\u201d s\u00e3o automaticamente mais seguras. Para proteger o f\u00edgado, reduzir ou eliminar o consumo de refrigerantes continua sendo a alternativa mais segura, com prefer\u00eancia por \u00e1gua, ch\u00e1s e bebidas naturais sem aditivos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo estudo apresentado na UEG Week 2025, o congresso europeu de gastroenterologia, revelou que as bebidas ado\u00e7adas artificialmente, conhecidas como \u201cdiet\u201d ou \u201czero\u201d, podem causar mais danos ao f\u00edgado do que os refrigerantes com a\u00e7\u00facar. Pesquisadores acompanharam mais de 123 mil pessoas do banco de dados brit\u00e2nico UK Biobank por cerca de 10 anos, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":10233,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[84,83],"tags":[],"class_list":["post-32047","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mais-tendencias","category-colunas"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32047","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32047"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32047\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32048,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32047\/revisions\/32048"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10233"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32047"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32047"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32047"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}