{"id":2993,"date":"2025-01-24T16:45:00","date_gmt":"2025-01-24T19:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=2993"},"modified":"2025-01-24T12:49:46","modified_gmt":"2025-01-24T15:49:46","slug":"tres-maiores-especies-de-dinossauros-viviam-no-maior-deserto-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/tres-maiores-especies-de-dinossauros-viviam-no-maior-deserto-do-mundo\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas maiores esp\u00e9cies de dinossauros viviam no maior deserto do mundo"},"content":{"rendered":"\n<p>O Saara, com uma extens\u00e3o de 9,2 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados no norte da \u00c1frica, \u00e9 o maior deserto quente do mundo. Atualmente, \u00e9 habitado por diversas esp\u00e9cies que se adaptaram ao clima extremamente seco, com temperaturas que podem ultrapassar os 50\u00b0C. Entre os animais mais comuns encontrados na regi\u00e3o est\u00e3o camelos, escorpi\u00f5es e r\u00e9pteis rastejantes.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, esse imenso deserto guarda uma hist\u00f3ria fascinante: h\u00e1 cerca de 10 mil anos, o Saara era uma regi\u00e3o verdejante, habitada por civiliza\u00e7\u00f5es n\u00f4mades. E, ainda mais no passado, cerca de 100 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, o Saara era considerado um dos locais mais perigosos do planeta, de acordo com estudos cient\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Dinossauros no Saara<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Detroit Mercy e da Universidade de Portsmouth foi <a href=\"https:\/\/zookeys.pensoft.net\/article\/47517\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">publicado na revista <em>ZooKeys<\/em><\/a>, onde detalham a fauna do Saara durante o per\u00edodo Cret\u00e1ceo, que aconteceu entre 145 e 66 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, na era Mesozoica. Os cientistas revelaram que a regi\u00e3o era habitada por predadores imponentes, incluindo r\u00e9pteis voadores, crocodilos gigantes e, o mais temido de todos, dinossauros.<\/p>\n\n\n\n<p>F\u00f3sseis descobertos no deserto indicam que tr\u00eas das maiores e mais tem\u00edveis esp\u00e9cies de dinossauros habitaram a regi\u00e3o. Entre eles estavam os Carcharodontosaurus, que podiam ultrapassar os oito metros de comprimento, possu\u00edam dentes serrilhados de 20 cm e pesavam at\u00e9 6,2 toneladas. Tamb\u00e9m viviam ali os Deltadromeus, parentes dos raptores, caracterizados por pesco\u00e7o longo e cabe\u00e7a pequena.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Rios no deserto<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos dinossauros, o Saara tamb\u00e9m era habitado por pterossauros, r\u00e9pteis voadores que viveram durante o Mesozoico. Naquela \u00e9poca, a vasta \u00e1rea que hoje \u00e9 o maior deserto do mundo era uma regi\u00e3o verdejante, rica em rios e com uma vegeta\u00e7\u00e3o abundante.<\/p>\n\n\n\n<p>Os rios da regi\u00e3o eram habitados por enormes peixes, como os celacantos e os peixes pulmonados, que podiam atingir at\u00e9 oito vezes o tamanho dos peixes atuais. Esses gigantes aqu\u00e1ticos constitu\u00edam a principal alimenta\u00e7\u00e3o dos dinossauros carn\u00edvoros.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, cientistas identificaram f\u00f3sseis de uma nova esp\u00e9cie de dinossauro, o <em>Mansourasaurus shahinae<\/em>, um saur\u00f3pode que habitou o Saara Oriental durante o Cret\u00e1ceo Tardio, entre 100 e 66 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Onde hoje se localiza o maior deserto do planeta, a milhares de anos atr\u00e1s era a casa de perigosos dinossauros e rios abundantes; saiba os detalhes<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":2997,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[84,83],"tags":[],"class_list":["post-2993","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mais-tendencias","category-colunas"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2993","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2993"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2993\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2998,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2993\/revisions\/2998"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2997"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2993"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2993"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2993"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}