{"id":27864,"date":"2025-08-25T12:45:00","date_gmt":"2025-08-25T15:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=27864"},"modified":"2025-08-22T18:53:30","modified_gmt":"2025-08-22T21:53:30","slug":"azeite-de-oliva-adulterado-proibido-e-suspeito-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/azeite-de-oliva-adulterado-proibido-e-suspeito-no-brasil\/","title":{"rendered":"Azeite de Oliva adulterado: Proibido e suspeito no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>A not\u00edcia envolvendo o azeite de oliva Mito Andino, proibido pela Administra\u00e7\u00e3o Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia M\u00e9dica (ANMAT), da Argentina, gerou alerta tamb\u00e9m no Brasil. <\/p>\n\n\n\n<p>O produto, que se apresentava como virgem extra de primeira prensada, foi considerado ilegal por apresentar irregularidades graves em sua rotulagem e registros, levando \u00e0 sua retirada imediata do mercado f\u00edsico e digital.<\/p>\n\n\n\n<p>As investiga\u00e7\u00f5es revelaram problemas s\u00e9rios no azeite Mito Andino. O r\u00f3tulo exibia registros inexistentes e n\u00e3o havia comprova\u00e7\u00e3o de proced\u00eancia ou controle de qualidade. <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, foram constatadas inconsist\u00eancias que levantaram suspeitas de adultera\u00e7\u00e3o, o que representa fraude alimentar e risco para a sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Dados do produto suspenso<\/h2>\n\n\n\n<p>O azeite suspenso era vendido sob a marca Mito Andino, classificado como virgem extra de primeira prensada, em embalagens de 1 litro. <\/p>\n\n\n\n<p>Os n\u00fameros de registros informados no r\u00f3tulo, RNPA 025-13032729 e RNE 13005521, n\u00e3o correspondiam a cadastros oficiais v\u00e1lidos. Isso significava que o produto circulava sem garantia de origem e sem respaldo das normas alimentares vigentes.<\/p>\n\n\n\n<p>A rotulagem \u00e9 a primeira barreira de prote\u00e7\u00e3o do consumidor. Ela garante informa\u00e7\u00f5es sobre origem, qualidade e seguran\u00e7a alimentar. Quando h\u00e1 falsifica\u00e7\u00e3o ou aus\u00eancia de registros v\u00e1lidos, o consumidor fica vulner\u00e1vel a fraudes. <\/p>\n\n\n\n<p>No caso do Mito Andino, a aus\u00eancia de n\u00fameros v\u00e1lidos j\u00e1 seria suficiente para que o azeite fosse proibido.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A decis\u00e3o da ANMAT sobre o azeite de oliva ilegal<\/h2>\n\n\n\n<p>A ANMAT determinou a proibi\u00e7\u00e3o da fabrica\u00e7\u00e3o, fracionamento e comercializa\u00e7\u00e3o do azeite Mito Andino em todo o territ\u00f3rio nacional argentino. <\/p>\n\n\n\n<p>A medida incluiu tamb\u00e9m a retirada imediata de produtos em plataformas digitais e a notifica\u00e7\u00e3o de comerciantes e distribuidores para garantir que nenhuma unidade permanecesse dispon\u00edvel no mercado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais riscos o consumo de azeite falsificado pode trazer<\/h2>\n\n\n\n<p>Consumir azeites falsificados n\u00e3o \u00e9 apenas um preju\u00edzo econ\u00f4mico, mas tamb\u00e9m um risco \u00e0 sa\u00fade. A aus\u00eancia de controle pode permitir a adi\u00e7\u00e3o de \u00f3leos de baixa qualidade ou at\u00e9 contaminados. <\/p>\n\n\n\n<p>Em alguns casos, solventes e subst\u00e2ncias s\u00e3o usados para alterar sabor e apar\u00eancia, enquanto o valor nutricional pode ser drasticamente reduzido. Entre os principais riscos est\u00e3o problemas digestivos, metab\u00f3licos e at\u00e9 intoxica\u00e7\u00f5es graves.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como identificar produtos falsificados<\/h2>\n\n\n\n<p>O consumidor pode se proteger observando alguns detalhes. Selos de autenticidade e registros v\u00e1lidos devem estar presentes nos r\u00f3tulos, e podem ser consultados em bases p\u00fablicas como as da Anvisa no Brasil ou da ANMAT na Argentina. <\/p>\n\n\n\n<p>Embalagens originais apresentam padroniza\u00e7\u00e3o visual, enquanto falsifica\u00e7\u00f5es costumam ter falhas de tipografia e acabamento. Al\u00e9m disso, pre\u00e7os muito abaixo da m\u00e9dia do mercado s\u00e3o fortes ind\u00edcios de adultera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que fazer em caso de d\u00favida<\/h2>\n\n\n\n<p>Quem suspeitar de irregularidades deve entrar em contato com os \u00f3rg\u00e3os competentes. Na Argentina, o canal ANMAT Responde e o e-mail oficial recebem den\u00fancias, enquanto no Brasil a Anvisa atua nesse tipo de fiscaliza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Relatar casos, inclusive com fotos, \u00e9 essencial para acelerar a retirada de produtos irregulares do mercado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O protocolo da ANMAT para casos de falsifica\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A ANMAT segue um protocolo rigoroso quando h\u00e1 suspeita de fraude alimentar. O processo come\u00e7a com a den\u00fancia ou alerta, seguido da coleta de amostras e an\u00e1lises laboratoriais. <\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados s\u00e3o comparados a produtos aut\u00eanticos, e, se confirmada a irregularidade, a decis\u00e3o \u00e9 publicada no Bolet\u00edn Oficial. Em seguida, h\u00e1 a notifica\u00e7\u00e3o a comerciantes e plataformas digitais para impedir novas vendas. <\/p>\n\n\n\n<p>O caso do azeite Mito Andino foi tratado como prioridade devido ao alto risco de consumo em massa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A not\u00edcia envolvendo o azeite de oliva Mito Andino, proibido pela Administra\u00e7\u00e3o Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia M\u00e9dica (ANMAT), da Argentina, gerou alerta tamb\u00e9m no Brasil. 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