{"id":26237,"date":"2025-08-04T08:06:39","date_gmt":"2025-08-04T11:06:39","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=26237"},"modified":"2025-08-04T08:06:44","modified_gmt":"2025-08-04T11:06:44","slug":"estudo-mostra-que-cores-no-mundo-estao-sumindo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/estudo-mostra-que-cores-no-mundo-estao-sumindo\/","title":{"rendered":"Estudo mostra que cores no mundo est\u00e3o sumindo"},"content":{"rendered":"\n<p>Nos \u00faltimos anos, tem se tornado cada vez mais comum ouvir que o mundo est\u00e1 perdendo suas cores. E um estudo recente conduzido pelo <strong>Science Museum Group<\/strong> parece confirmar essa percep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Financiada pelo Creative Industries Policy and Evidence Centre (PEC), a pesquisa analisou objetos de diferentes per\u00edodos da hist\u00f3ria do Reino Unido, e observou como as cores mudaram com o passar do tempo, adotando <strong>tons cada vez mais monocrom\u00e1ticos e, em sua maioria, cinzentos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Para chegar a esta conclus\u00e3o, foi feita a contabiliza\u00e7\u00e3o de pixels de cores diferentes em cada objeto, bem como sua forma. Com estas informa\u00e7\u00f5es, foi poss\u00edvel perceber que as mudan\u00e7as tiveram in\u00edcio a partir da virada do s\u00e9culo XIX para o s\u00e9culo XX.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste per\u00edodo, tons amarronzados e amarelados come\u00e7aram a perder espa\u00e7o, e n\u00e3o apenas por quest\u00f5es est\u00e9ticas. Afinal, a madeira passou a ser substitu\u00edda por novos materiais, como o pl\u00e1stico e, mais tarde, o a\u00e7o inox, e isso influenciou diretamente na paleta de cores dos objetos.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o demorou para que estas mudan\u00e7as afetassem tudo ao seu redor, pois al\u00e9m de lares e objetos, as cores prata, preto e branco tamb\u00e9m passaram a predominar em ve\u00edculos, por exemplo, diluindo ainda mais as cores.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Gera\u00e7\u00e3o Z pode trazer as cores de volta ao mundo<\/h2>\n\n\n\n<p>Nascidos entre 1994 e 2012, os integrantes da chamada <strong>&#8220;Gera\u00e7\u00e3o Z&#8221;<\/strong> podem ser a solu\u00e7\u00e3o contra a falta de cores que tem tomado conta do mundo nos \u00faltimos tempos. Isso porque sua busca por uma mudan\u00e7a cultural parece estar fazendo-os romper com o padr\u00e3o cinzento.<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s da moda, design e cultura pop, eles est\u00e3o reintroduzindo cores fortes e vibrantes para valorizar a autenticidade e a autoexpress\u00e3o. Desta forma, a Gera\u00e7\u00e3o Z acaba desafiando a l\u00f3gica minimalista no processo.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o design mais simples ainda predomine, \u00e9 ineg\u00e1vel que a grande mudan\u00e7a em curso est\u00e1 causando grandes impactos. Por conta disso, \u00e9 poss\u00edvel que o futuro volte a ser, aos poucos, mais colorido.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos anos, tem se tornado cada vez mais comum ouvir que o mundo est\u00e1 perdendo suas cores. E um estudo recente conduzido pelo Science Museum Group parece confirmar essa percep\u00e7\u00e3o. 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