{"id":24787,"date":"2025-07-21T13:30:34","date_gmt":"2025-07-21T16:30:34","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=24787"},"modified":"2025-07-21T13:30:38","modified_gmt":"2025-07-21T16:30:38","slug":"organizacao-faz-planos-para-quando-a-terra-for-atingida-por-asteroide","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/organizacao-faz-planos-para-quando-a-terra-for-atingida-por-asteroide\/","title":{"rendered":"Organiza\u00e7\u00e3o faz planos para quando a Terra for atingida por asteroide"},"content":{"rendered":"\n<p>O monitoramento de asteroides pr\u00f3ximos \u00e0 Terra faz parte da rotina de ag\u00eancias espaciais como a NASA, nos Estados Unidos, e a ESA, na Europa. Essas institui\u00e7\u00f5es mant\u00eam telesc\u00f3pios, sat\u00e9lites e sistemas automatizados voltados para o rastreamento de corpos celestes que cruzam a vizinhan\u00e7a terrestre. <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, observar n\u00e3o \u00e9 suficiente. Tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio preparar estrat\u00e9gias concretas para lidar com cen\u00e1rios de colis\u00e3o. O risco, mesmo que remoto, exige aten\u00e7\u00e3o constante, e organiza\u00e7\u00f5es internacionais trabalham com a hip\u00f3tese de que, em algum momento, um asteroide possa de fato atingir nosso planeta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Organiza\u00e7\u00e3o faz planos para quando a Terra for atingida por asteroide<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre as institui\u00e7\u00f5es envolvidas nesse tipo de planejamento est\u00e1 o Escrit\u00f3rio para Assuntos do Espa\u00e7o Exterior das Na\u00e7\u00f5es Unidas (<a href=\"https:\/\/www.unoosa.org\/oosa\/en\/aboutus\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>UNOOSA<\/strong><\/a>), sediado em Viena. \u00c9 a partir dali que funciona o SMPAG, um grupo internacional formado para coordenar a resposta global em caso de amea\u00e7as vindas do espa\u00e7o. <\/p>\n\n\n\n<p>Em janeiro deste ano, esse grupo foi colocado \u00e0 prova quando surgiu o alerta envolvendo o asteroide 2024 YR4. A descoberta, feita no fim de 2024, revelou um objeto de cerca de 90 metros de di\u00e2metro, com rota inicialmente considerada segura. <\/p>\n\n\n\n<p>Mas os c\u00e1lculos de \u00f3rbita logo mostraram um risco crescente de colis\u00e3o com a Terra em 2032, o suficiente para acionar o protocolo de alerta internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>A amea\u00e7a foi levada a s\u00e9rio. A NASA, por meio do seu Escrit\u00f3rio de Coordena\u00e7\u00e3o de Defesa Planet\u00e1ria, coordenou o acompanhamento do asteroide junto a mais de 60 observat\u00f3rios espalhados pelo mundo. O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb tamb\u00e9m foi mobilizado. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Asteroides s\u00e3o monitorados frequentemente<\/h3>\n\n\n\n<p>Durante algumas semanas, os dados indicavam uma probabilidade real de impacto, o que levou cientistas e autoridades a reavaliar sua capacidade de resposta a eventos desse tipo. <\/p>\n\n\n\n<p>No fim, medi\u00e7\u00f5es mais precisas descartaram a possibilidade de colis\u00e3o com a Terra, <a href=\"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/lua-pode-colidir-com-asteroide-em-2032-revela-estudo\/\"><strong>embora uma chance de impacto com a Lua ainda permane\u00e7a<\/strong><\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro caso recente refor\u00e7ou a necessidade de preparo. O asteroide 2024 PCD25, detectado por redes internacionais de alerta, tem impacto previsto com a Terra em abril de 2041. <\/p>\n\n\n\n<p>Com cerca de 150 metros de di\u00e2metro, ele deve atingir uma regi\u00e3o entre Angola e a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, com consequ\u00eancias potencialmente catastr\u00f3ficas.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante desses cen\u00e1rios, a import\u00e2ncia do planejamento internacional e da manuten\u00e7\u00e3o de investimentos em defesa planet\u00e1ria se torna cada vez mais evidente.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O monitoramento de asteroides pr\u00f3ximos \u00e0 Terra faz parte da rotina de ag\u00eancias espaciais como a NASA, nos Estados Unidos, e a ESA, na Europa. Essas institui\u00e7\u00f5es mant\u00eam telesc\u00f3pios, sat\u00e9lites e sistemas automatizados voltados para o rastreamento de corpos celestes que cruzam a vizinhan\u00e7a terrestre. No entanto, observar n\u00e3o \u00e9 suficiente. 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