{"id":1705,"date":"2025-01-10T10:14:00","date_gmt":"2025-01-10T13:14:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=1705"},"modified":"2025-01-09T20:27:58","modified_gmt":"2025-01-09T23:27:58","slug":"por-que-as-estrelas-piscam-no-ceu-astronomos-explicam-o-fenomeno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/por-que-as-estrelas-piscam-no-ceu-astronomos-explicam-o-fenomeno\/","title":{"rendered":"Por que as estrelas piscam no c\u00e9u? Astr\u00f4nomos explicam o fen\u00f4meno"},"content":{"rendered":"\n<p>Em noites de c\u00e9u l\u00edmpido, o horizonte estrelado lembra um mosaico repleto de pequenas gemas reluzentes, simbolizando o encanto eterno que as estrelas despertam na humanidade. O brilho que parece pulsar e oscilar n\u00e3o \u00e9 uma caracter\u00edstica das pr\u00f3prias estrelas, mas sim um efeito gerado pelas turbul\u00eancias na atmosfera terrestre. Essas instabilidades desviam a luz estelar em diferentes dire\u00e7\u00f5es, criando para os observadores no solo a ilus\u00e3o de que as estrelas est\u00e3o piscando.<\/p>\n\n\n\n<p>Os astros n\u00e3o piscam de fato, mas a luz que emitem, ao atravessar vastas dist\u00e2ncias at\u00e9 chegar aos nossos olhos, sofre altera\u00e7\u00f5es provocadas pela atmosfera terrestre, criando essa ilus\u00e3o visual. Esse efeito, somado \u00e0 imensid\u00e3o dos n\u00fameros e dimens\u00f5es do cosmos, intensifica o mist\u00e9rio e a magnific\u00eancia do c\u00e9u estrelado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como n\u00e3o piscar?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Localizados fora da atmosfera terrestre, telesc\u00f3pios como o <a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Hubble <\/a>s\u00e3o capazes de obter imagens mais n\u00edtidas e precisas, j\u00e1 que est\u00e3o livres dos efeitos de refra\u00e7\u00e3o que afetam as observa\u00e7\u00f5es feitas a partir do solo. Essa posi\u00e7\u00e3o privilegiada permite revelar detalhes impressionantes dos corpos celestes, contribuindo significativamente para o avan\u00e7o do nosso entendimento sobre o universo.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma curiosidade interessante \u00e9 que nem todos os pontos de luz no c\u00e9u est\u00e3o piscando. Aqueles que permanecem est\u00e1veis a olho nu s\u00e3o, na maioria das vezes, planetas. Devido \u00e0 sua proximidade e tamanho maior em compara\u00e7\u00e3o com as estrelas, os planetas refletem a luz de forma mais uniforme, o que os torna menos afetados pelas distor\u00e7\u00f5es causadas pela atmosfera terrestre.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Varia\u00e7\u00f5es de estrelas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>As estrelas tamb\u00e9m apresentam varia\u00e7\u00f5es em brilho e intensidade. Exemplos de algumas das mais luminosas incluem Sirius, Canopus e Betelgeuse. Por outro lado, os astros de maior tamanho, como a VY Canis Majoris, s\u00e3o not\u00e1veis por suas propor\u00e7\u00f5es gigantescas. Esta hipergigante, por exemplo, possui um di\u00e2metro que \u00e9 mais de duas mil vezes maior que o do Sol e seria capaz de abrigar bilh\u00f5es de planetas do tamanho da Terra dentro de seu volume.<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00famero total de estrelas no universo \u00e9 simplesmente impressionante. Na Via L\u00e1ctea, estima-se que existam entre 100 e 200 bilh\u00f5es de estrelas. Ao incluir as aproximadamente 100 bilh\u00f5es de gal\u00e1xias espalhadas pelo cosmos, o total de estrelas chega a um n\u00famero inimagin\u00e1vel: um septilh\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando o c\u00e9u est\u00e1 limpo e olhamos para as estrelas, \u00e9 poss\u00edvel ver algumas piscando e existe uma explica\u00e7\u00e3o para esse fen\u00f4meno<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":1706,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[84,83],"tags":[],"class_list":["post-1705","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mais-tendencias","category-colunas"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1705","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1705"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1705\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1707,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1705\/revisions\/1707"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1706"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1705"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1705"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1705"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}