{"id":15594,"date":"2025-05-09T21:00:00","date_gmt":"2025-05-10T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=15594"},"modified":"2025-05-08T20:21:15","modified_gmt":"2025-05-08T23:21:15","slug":"refrigerante-de-brasileiro-e-comprado-pela-coca-cola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/refrigerante-de-brasileiro-e-comprado-pela-coca-cola\/","title":{"rendered":"Refrigerante de brasileiro \u00e9 comprado pela Coca-Cola"},"content":{"rendered":"\n<p>Segundo informa\u00e7\u00f5es da <a href=\"https:\/\/www.coca-cola.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Coca-Cola Brasil<\/a>, o ic\u00f4nico refrigerante Guaran\u00e1 Jesus, s\u00edmbolo da cultura maranhense, segue firme no mercado mesmo ap\u00f3s mais de duas d\u00e9cadas desde sua aquisi\u00e7\u00e3o pela multinacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale mencionar que a bebida, com sua cor-de-rosa marcante e sabor adocicado com notas de cravo e canela, foi comprada em 2001 e continua sendo produzida em S\u00e3o Lu\u00eds, no Maranh\u00e3o, onde nasceu e conquistou gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Criado originalmente em 1927 pelo farmac\u00eautico maranhense Jesus Norberto Gomes, o Guaran\u00e1 Jesus preserva suas ra\u00edzes at\u00e9 hoje. Isso porque a Coca-Cola, ao adquirir a marca, se comprometeu a manter a f\u00f3rmula original, o nome e o visual caracter\u00edstico, incluindo o logotipo e a identidade inspirada nos tradicionais azulejos coloniais portugueses da capital maranhense.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refrigerante tem origem regional<\/h2>\n\n\n\n<p>O Guaran\u00e1 Jesus nasceu de experi\u00eancias de laborat\u00f3rio ainda na primeira farm\u00e1cia do seu criador, batizada de Galv\u00e3o. Gomes buscava desenvolver uma bebida diferenciada. Ap\u00f3s diversas tentativas, criou um guaran\u00e1 com sabor doce e aroma de especiarias que logo conquistou os moradores de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale mencionar que, antes da aquisi\u00e7\u00e3o pela Coca-Cola, a marca j\u00e1 havia sido vendida em 1980 para a Companhia Maranhense de Refrigerantes, franqueada da multinacional. A compra definitiva pela Coca-Cola Brasil em 2001 consolidou a distribui\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o da bebida, agora com estrutura nacional, mas sem perder o v\u00ednculo regional.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro detalhe importante \u00e9 que a identidade visual passou por uma renova\u00e7\u00e3o em 2008, decidida por vota\u00e7\u00e3o popular. Tr\u00eas r\u00f3tulos foram apresentados aos consumidores, e o escolhido mantinha o esp\u00edrito do produto, refor\u00e7ando seu elo com a cultura local.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Popularidade e presen\u00e7a no mercado<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante mencionar que, mesmo ap\u00f3s se tornar parte do portf\u00f3lio da Coca-Cola, o Guaran\u00e1 Jesus segue sendo l\u00edder de vendas na sua terra natal, superando at\u00e9 os produtos mais tradicionais da pr\u00f3pria fabricante.<\/p>\n\n\n\n<p>A bebida \u00e9 amplamente distribu\u00edda no Maranh\u00e3o, mas tamb\u00e9m est\u00e1 presente em outros estados como Piau\u00ed e Tocantins, e tem ganhado espa\u00e7o em mercados de nicho no restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a marca conta com vers\u00f5es em garrafa PET, vidro, lata e tamb\u00e9m uma op\u00e7\u00e3o sem a\u00e7\u00facar, adaptando-se \u00e0s novas demandas dos consumidores sem alterar sua ess\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo informa\u00e7\u00f5es da Coca-Cola Brasil, o ic\u00f4nico refrigerante Guaran\u00e1 Jesus, s\u00edmbolo da cultura maranhense, segue firme no mercado mesmo ap\u00f3s mais de duas d\u00e9cadas desde sua aquisi\u00e7\u00e3o pela multinacional. Vale mencionar que a bebida, com sua cor-de-rosa marcante e sabor adocicado com notas de cravo e canela, foi comprada em 2001 e continua sendo produzida [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":10963,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[83,84],"tags":[],"class_list":["post-15594","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-colunas","category-mais-tendencias"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15594","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15594"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15594\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15599,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15594\/revisions\/15599"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10963"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15594"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15594"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15594"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}