{"id":13301,"date":"2025-04-24T15:45:00","date_gmt":"2025-04-24T18:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=13301"},"modified":"2025-04-23T22:11:49","modified_gmt":"2025-04-24T01:11:49","slug":"estudo-revela-nova-temperatura-para-estar-com-febre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/estudo-revela-nova-temperatura-para-estar-com-febre\/","title":{"rendered":"Estudo revela nova temperatura para estar com febre"},"content":{"rendered":"\n<p>Por muitos anos, a temperatura de 37\u00b0C foi considerada o valor padr\u00e3o para o corpo humano. No entanto, um estudo recente da Escola de Medicina de Stanford, publicado na revista <a href=\"https:\/\/jamanetwork.com\/journals\/jamainternalmedicine\/fullarticle\/2809098\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">JAMA Internal Medicine<\/a>, sugere que a m\u00e9dia atual \u00e9 de cerca de 36,64\u00b0C, um pouco abaixo do que se acreditava.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa pesquisa questiona a defini\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica estabelecida por Carl Wunderlich no s\u00e9culo XIX, que, ap\u00f3s realizar um levantamento com mais de um milh\u00e3o de medi\u00e7\u00f5es de 25 mil pacientes, determinou que a temperatura normal do corpo humano era 37\u00b0C.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Temperatura do corpo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Liderado pela professora Julie Parsonnet, o estudo revisou 618.306 medi\u00e7\u00f5es de temperatura oral de adultos em um centro de sa\u00fade de Stanford. Para garantir a precis\u00e3o dos dados, foram considerados apenas registros &#8220;normais&#8221;, ou seja, exclu\u00edram-se aqueles de pacientes com doen\u00e7as ou em uso de medicamentos que pudessem alterar as medi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise revelou que a temperatura do corpo humano n\u00e3o \u00e9 constante e varia conforme fatores como idade e momento do dia. Os resultados mostraram que as pessoas mais velhas tendem a apresentar temperaturas corporais ligeiramente mais baixas do que os adultos mais jovens.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a pesquisa indicou que a temperatura do corpo humano n\u00e3o segue um padr\u00e3o uniforme durante o dia. Ela \u00e9 mais baixa nas primeiras horas da manh\u00e3 e gradualmente sobe ao longo do dia, atingindo seu pico por volta das 16h. Esse padr\u00e3o din\u00e2mico desafia a vis\u00e3o anterior de que a ela \u00e9 est\u00e1vel e invari\u00e1vel ao longo do dia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Monitoramento da febre<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Um dos aspectos destacados pelo estudo \u00e9 a necessidade de revisar a defini\u00e7\u00e3o de febre. Segundo os cientistas, com base nos novos dados, a marca tradicional de 37\u00b0C como limite para febre pode n\u00e3o ser aplic\u00e1vel a todas as pessoas, pois ela depende de fatores como idade, metabolismo e caracter\u00edsticas individuais. O estudo sugere que a faixa ideal para uma temperatura corporal saud\u00e1vel \u00e9 entre 35,95\u00b0C e 37,33\u00b0C, com a m\u00e9dia mais precisa sendo 36,64\u00b0C.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa descoberta tem implica\u00e7\u00f5es importantes para a maneira como monitoramos a sa\u00fade e entendemos condi\u00e7\u00f5es como a febre, pois revela que a temperatura corporal pode variar significativamente entre indiv\u00edduos. A pesquisa refor\u00e7a a ideia de que n\u00e3o existe uma &#8220;universal&#8221; que seja v\u00e1lida para todos, e que cada pessoa apresenta varia\u00e7\u00f5es t\u00e9rmicas pr\u00f3prias.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo recente questiona o padr\u00e3o de temperatura corporal considerado &#8220;normal&#8221; e aponta varia\u00e7\u00f5es importantes relacionadas \u00e0 idade e ao momento do dia<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":13302,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[84,83],"tags":[],"class_list":["post-13301","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mais-tendencias","category-colunas"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13301","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13301"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13301\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13304,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13301\/revisions\/13304"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13302"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13301"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13301"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13301"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}