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Estudo mostra se realmente há benefícios em consumir azeite de oliva

Por Leticia Florenço
11/04/2026
Em Colunas, Mais Tendências
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Azeite de oliva - Reprodução/iStock

Azeite de oliva - Reprodução/iStock

O consumo regular de azeite de oliva extravirgem tem sido amplamente estudado pela ciência moderna por seus possíveis efeitos protetores no organismo humano.

Considerado um dos pilares da dieta mediterrânea, esse alimento ganhou destaque em pesquisas recentes que investigam sua relação com a saúde do coração, do cérebro e até com a longevidade.

Os resultados reforçam que, quando inserido em uma alimentação equilibrada, o azeite pode ir muito além de um simples ingrediente culinário.

O que a ciência realmente descobriu sobre o azeite

Estudos observacionais e revisões científicas indicam que o azeite não é apenas uma gordura comum, mas uma fonte rica de compostos bioativos. Entre eles estão os polifenóis e o ácido oleico, substâncias associadas à redução de processos inflamatórios no corpo.

Pesquisas recentes apontam que pessoas que consomem azeite com frequência tendem a apresentar menor incidência de doenças cardiovasculares, além de melhores marcadores metabólicos, como colesterol e triglicerídeos mais equilibrados.

Efeitos no coração e na circulação sanguínea

Um dos principais destaques do azeite está na sua ação sobre o sistema cardiovascular. Seu perfil de gordura ajuda a reduzir o LDL (conhecido como colesterol ruim), ao mesmo tempo em que preserva o HDL, considerado protetor.

Além disso, os antioxidantes presentes no alimento ajudam a evitar a oxidação das partículas de gordura no sangue, um dos primeiros passos para a formação de placas nas artérias. Isso contribui para:

  • Melhor fluxo sanguíneo
  • Redução do risco de entupimentos arteriais
  • Menor probabilidade de eventos como infarto e AVC

Possível relação com maior longevidade

Pesquisas populacionais indicam que o consumo regular de azeite pode estar associado a uma redução no risco de mortalidade por diversas causas. Em análises de longo prazo, indivíduos que utilizam o azeite como principal fonte de gordura tendem a apresentar melhor qualidade de vida ao envelhecer.

Embora não seja um “alimento milagroso”, seu consumo frequente dentro de padrões saudáveis de alimentação parece contribuir para um envelhecimento mais protegido e equilibrado.

Benefícios para o cérebro e funções cognitivas

Outro campo de estudo promissor envolve a saúde cerebral. Os compostos antioxidantes do azeite ajudam a combater o estresse oxidativo, um dos fatores ligados ao envelhecimento das células nervosas.

Pesquisadores observam que o consumo regular pode estar associado a:

  • Melhor memória ao longo do tempo
  • Maior proteção contra processos inflamatórios no cérebro
  • Possível redução do risco de doenças neurodegenerativas

Esses efeitos são atribuídos principalmente à ação de substâncias como o hidroxitirosol e outros compostos fenólicos.

Por que o azeite extravirgem é o mais indicado

Nem todos os tipos de azeite oferecem os mesmos benefícios. O maior diferencial está no processamento. O azeite extravirgem é obtido por métodos mecânicos, sem refinamento químico, o que preserva melhor seus nutrientes.

Isso significa maior concentração de antioxidantes e compostos naturais responsáveis pelos efeitos positivos à saúde. Já versões refinadas passam por processos que reduzem parte dessas substâncias.

Como identificar um azeite de qualidade

Na hora da compra, alguns pontos ajudam a escolher um produto mais saudável:

  • Acidez baixa (preferencialmente até 0,8%)
  • Embalagem escura, que protege contra a luz
  • Informação clara sobre origem das azeitonas
  • Data de envase recente

Esses detalhes influenciam diretamente na preservação dos compostos ativos.

Como consumir no dia a dia de forma saudável

A forma de uso também faz diferença. Especialistas recomendam priorizar o consumo cru ou em preparações leves, como:

  • Saladas e vegetais
  • Pratos prontos após o preparo
  • Refogados em fogo moderado

O uso em frituras de alta temperatura não é o mais indicado, pois pode reduzir a qualidade nutricional do produto. A ingestão moderada, geralmente entre uma e três colheres de sopa por dia, é considerada suficiente para aproveitar seus potenciais benefícios.

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Leticia Florenço

Leticia Florenço

Filha da Terra da Luz, jornalista pela Universidade de Fortaleza (Unifor).

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