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Qual seu Propósito?

“As pessoas não compram o que você faz. Elas compram o porquê você faz”.

Por Lili Luchin

14/09/2020 às 13h11 - Atualizada 14/09/2020 às 10h26

Chegamos ao final dessa série maravilhosa que tive o prazer de estar à frente, juntamente com o Grupo Solar de Comunicação. Sou só gratidão. Aprendi tanto com meus convidados e com o retorno das pessoas sobre nossas conversas semanais na rádio CBN e por aqui. O Inova S.A veio para reforçar ainda mais o meu propósito: Contribuir para que as pessoas tenham uma melhor comunicação consigo e com os outros.

Por isso, hoje, eu pergunto: Qual o seu propósito? Qual o propósito da sua empresa ou marca? O que faz você sair todos os dias de casa? O que te faz continuar com seu negócio? Imagino que talvez seja difícil responder assim de supetão, por isso, te convido a fazer uma reflexão.

Tem-se falado muito, nesse momento, e trouxe muito isso aqui no Inova S.A, sobre comunicação com propósito. Levar ao cliente e consumidor mais que o produto. Não só vender e sim agregar valor. Fazer conteúdo útil e de qualidade. Eu acredito em tudo isso, mas não só agora e sim sempre. A empresa ou marca que vai além do produto e da venda cresce mais que aquela focada apenas em comercializar algo.

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Simon Sinek, criou o Golden Circle, que busca enfatizar como o propósito das organizações faz com que os consumidores comprem seus produtos. A ideia é que as empresas convençam os clientes por sua causa. Ele afirma que, “As pessoas não compram o que você faz. Elas compram o porquê você faz”. O propósito ficou em segundo lugar numa pesquisa feita pela KPMG sobre as quatro tendências do varejo no período da pandemia.

O propósito deixou ser algo que fica afixado na parede ou apenas no plano de negócio. Ele passou a ser um ponto para criar valor aos clientes. Tarcízio Dalpra Júnior, sócio e diretor de criação da Sagres Criativa, um de meus convidados reforça. “Missão, valores e, principalmente, o propósito devem estar presentes em toda comunicação, seja em tempos de bonança ou de crise. Tem-se falado muito nisso agora. Até parece um paliativo para tempo de crise, quando na verdade não deveria ser. As marcas que têm o propósito forte trabalhado em forma de conceito de comunicação ao longo dos tempos, quando passam pelo momento de crise, estão mais muito mais blindadas. A crise até afeta, mas elas não ficam perdidas. Referência estética muda, linguagem muda, mas o propósito, o legado, perdura ao longo do tempo”

Claudia Ribeiro, responsável pelo marketing e inovação na Rellicário Brigaderia, minha outra convidada, disse que, essa comunicação com foco no propósito é feita desde o início da criação da empresa. Talvez seja por isso que para a Rellicário esse período desafiador foi visto como uma oportunidade de lançar novos produtos e novas estratégia. “A gente viu muita coisa para explorar, ainda mais agora com nosso projeto de ser franquia. O nosso propósito é bem definido e comunicado, principalmente, em nossos slogans, como um deles: Sabores de Abraçam. Agente acredita que o brigadeiro transforma vidas, tanto dos funcionários, como dos clientes. Não só ele como outros produtos que a gente faz que são capazes de gerar memórias e reforçar memórias antigas e a gente consegue atingir o cliente dessa forma. A narrativa é muito mais que o produto, isso faz toda diferença e dá muito resultado. Está no DNA da Rellicário e com esses planos mais altos, vai estar mais forte ainda”, concluiu.

Lili Luchin

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