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Coluna Cesar Romero – 17 de setembro de 2026

Notícias Cesar Romero desta quinta-feira

Isabela e Oséas de Oliveira ladeando o vereador (e anfitrião) Negro Bússola na Feijoada Cultural, na Associação Portuguesa
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Vergonha nacional

A sessão que o STF realizou anteontem, mais do que inédita e histórica, foi uma explícita vergonha nacional, com naturais reflexos em todo o mundo. Se retirarmos o pedido de desculpas da ministra Carmen Lúcia, feito no apagar das luzes, o episódio foi, para muitos brasileiros, “um tapa na cara”. A coluna recebeu inúmeras manifestações sobre a baixaria explícita ocorrida durante a sessão que, além de não atingir sua finalidade, foi protagonizada por magistrados que deveriam dar, pelo menos, um exemplo de serenidade e equilíbrio.

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“É deprimente que a Suprema Corte afronte a República de forma tão flagrante: com raras e honrosas exceções, temos um rebaixamento assustador das práticas institucionais. E o que mais assombra é a diversidade do espectro político degradado: Temer indicou Moraes; Bolsonaro indicou Mendonça e Kassio; Lula indicou Tofolli; Dilma indicou Fux. E Vorcaro comprometeu a todos eles. Uma lástima.”
(Margarida Salomão – prefeita)

“Por mais que eu me esforce, minha mente não consegue ver os R$ 131 milhões em contratos com a mulher do ministro como algo diferente de corrupção com nota fiscal. Sinto tristeza e me consolo com a percepção de que, na média, nós brasileiros comuns sejamos bem melhores que eles.”
(Renato Machado – empresário)

“Sou do tempo em que só se conhecia os ministros do STF por meio de seus retratos nas paredes do Supremo. O STF, hoje, perde prestígio e a confiança da sociedade, com riscos para a estabilidade democrática. Ministros do STF são escravos da Constituição Federal e não de quem os indicou. Há que se pensar em uma norma restritiva: ministros do STF não podem ter filhos.”
(Roberto Nogueira – consultor)

“Somos reféns de uma quadrilha que se apoderou do STF. Veja o nível do Gilmar Mendes, decano do tribunal. Esperar justiça desse tribunal?”
(Alfons Gardemann – empresário)

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“A diferença entre o fracasso e o sucesso de um País depende da qualidade de suas instituições. O Judiciário é peça central no funcionamento da República. O Supremo deveria ser espelho de exemplo e orgulho para a sociedade. Ao contrário, hoje há uma crise de confiança e credibilidade. Precisamos urgentemente de uma reforma profunda com mandatos fixos de 10 anos, código de ética, limitação radical de decisões monocráticas, aprimoramento do método de indicação dos ministros. A luta pela democracia nos custou muito. O Supremo deveria ser elemento de estabilidade. Hoje é foco de uma brutal crise. Não foi esse o sonho de nós que lutamos pela Nova República.”
(Marcus Pestana – ex-deputado)

“Nada é mais importante do que a honra; e o que os ‘ministros’ da ala da esquerda protagonizaram ontem foi um lamentável espetáculo de desonra do Brasil e dos brasileiros.”
(Aidê Galil – advogada)

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“O STF, sem dúvida, vive o pior momento de sua história. Há, recorrentemente, patente inversão de valores. A atual situação da referida Corte se assemelha a uma distopia, a ponto de alguns ministros relativizarem relações promíscuas de outros ministros, normalizando tal grave conduta. Perde a instituição e perdemos nós, jurisdicionados. Afeta, igualmente, os bons magistrados e demais operadores do direito que são muitos, e que, certamente, não concordam com tal deplorável estado de coisas. Ao fim, parte destes ministros, menores que o cargo que ocupam, também prestam um desserviço ao Direito e deixam, como legado, um péssimo exemplo às novas gerações. Lamentável.”
(Alexandre Jabour – advogado)

“Nem em torneio de futebol de várzea de quinta categoria se assiste a uma baixaria daquele patamar no STF. Inacreditável.”
(Lessandro Hebert – empresário)

“A sessão do STF me lembrou o insuperável Millôr Fernandes sobre a justiça: “A justiça pode ser cega: mas que olfato!”
(Alexandre Elias Ferreira – advogado)

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“Parte dos ministros do STF tomam posturas, que os tornam uma vergonha nacional! Deveriam ser os guardiões da Constituição, tomando atitudes dentro da lei, mas protegem deslizes inconcebíveis.”
(Jorge Montessi – médico)

“Como operadora do Direito e cidadã brasileira, o que vi naquela sessão não foi um julgamento, foi uma afronta à própria função de julgar. E não acredito que seja só vaidade: há, por trás disso, o cheiro de algo muito mais sujo, que não se explica ao povo. Quando ministros trocam acusações em praça pública e adiam por conveniência o que deveria ser resolvido por princípio, o Supremo deixa de guardar a Constituição para guardar seus próprios interesses. A toga não é escudo para embates pessoais, é compromisso com a Nação. E a única saída que temos é o voto, mas precisamos deixar a ideologia de lado, parar de votar em quem se gosta, como se estivéssemos escolhendo marido, e votar em quem realmente pode mudar essa situação.”
(Karla Fortuna – advogada)

“Vivemos um momento turbulento, de profunda consternação social e necessária inflexão. A base de nossa democracia depende de um Poder Judiciário livre e altivo. Sem Justiça não há verdadeira democracia e liberdade, pois somente cidadãos verdadeiramente livres, em uma sociedade justa, possuem a plena capacidade de decidir o seu próprio futuro. Assistimos uma triste cena que nos provoca a repensar o papel e forma de composição da Suprema Corte. Não podemos permitir que interesses ilegítimos assumam o controle de nossa democracia.”
(Homero Gonçalves – advogado)

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“É lamentável e vergonhoso assistir a uma sessão da mais alta Corte do país que, em vez de fortalecer a confiança nas instituições e do povo brasileiro, deixa um sentimento de indignação e descrença na Justiça.”
(Flávia Gonzaga – presidente do Centro Industrial)

“Diria que o Supremo já tinha perdido a credibilidade; hoje, perdeu a respeitabilidade. A credibilidade vinha sendo minada pelo inquérito das ‘fake news’, um instrumento de direito excepcional, que se perpetuava, comprometendo a normalidade constitucional, que cumpria ao tribunal garantir. A respeitabilidade desapareceu, hoje, com a demonstração de falta de decoro por parte de três ministros, aparentemente empenhados em tumultuar a sessão para impedir a decisão. Que a maioria da Corte consiga restaurar o respeito que ela merece.”
(Paulo Medina – jurista)

“A sessão da Suprema Corte foi um desses momentos em que: ‘A história cobrará de todos o respeito à Constituição, aos limites do poder e à Justiça.”
(João Matos – empresário)

“O circo foi montado. E o maior espetáculo aconteceu ontem no STF. Uma Justiça pré-estabelecida sob os rigores de quem comandava a sessão. O país da maravilha continua. A sessão resultou em um descrédito ainda maior pelos ministros do STF. Uma vergonha com o beneplácito dos Três Poderes unidos e satisfeitos com o que aconteceu em Brasília. E a gente precisa fazer acontecer, se manifestando. Enquanto o povo não se manifesta, eles continuam mandando no País.”
(José Eduardo Araújo – ex-prefeito)

A participação da ministra Carmem Lúcia na sessão do STF, lúcida, equilibrada e proba me fez lembrar uma célebre frase da ex-primeira ministra do Reino Unido, Margareth Thatcher: “Qualquer mulher que entenda os problemas de cuidar de uma casa estará mais próxima de entender os problemas de cuidar de um país.” Precisamos de mais mulheres com poderes de decisão no País.”
(Ricardo Ribeiro – jornalista)

“Minas são muitas; a República também. E instituições republicanas existem justamente para que nossas diferenças possam conviver sem que as instituições se transformem em extensão das nossas paixões.”
(Sebastião Helvécio – ex-deputado)

“Assistir à plenária do STF e ter a certeza de que nada irá acontecer de verdade é a confirmação de que estamos em um caminho sem volta no qual até a esperança em um país justo e com futuro já acabou.”
(Victor Souza Gomes – empresário)

“O país e o mundo acompanharam, ao vivo, uma triste página da destruição da imagem de um órgão que deveria ser o grande guardião das leis e da Constituição Federal, apenas e somente com o objetivo de salvar a pele de um de seus membros. O mal exemplo da liturgia do cargo da mais alta Corte brasileira, deixa um rastro de decadência moral que se reflete no cotidiano das pessoas. A Justiça sofre uma derrota avassaladora, de consequências que, hoje, ninguém arrisca a dizer quais serão para o Brasil e os brasileiros.”
(Nélson Jr. – jornalista)

“Assisti a um momento histórico para o País, mas que gostaria de esquecer. Ver ministros se posicionando na contramão do que a sociedade espera da Justiça é uma decepção. O Brasil precisa de instituições fortes, independentes e imparciais. A justiça não pode ter dois pesos e duas medidas. O que vi foi triste para quem acredita no Estado de Direito e no futuro do nosso país.”
(Dalton Utsch – empresário)

Missão na China

Assessora especial de Relações Internacionais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Maria Luiza Barbosa Pinto coordena a delegação de Juiz de Fora em viagem à China.
No grupo estão Davi Riani (Emtec), Maria Luiza Salim (Sas), Fabrício Campos (UFJF) e os empresários Luiz Caleia (Grantex), Luiz Antonio Bordin (Ibor), Marcelo Machado (U&M), Júlio Feitosa (Predial Godinho), Adriana Freitas (Hommos), André Medeiros (Zamed), Maria Miranda (moda feminina), Ian Detoni (VMD), Victor Detoni (VMD) e Bruno Santana (Ansal).

Autoestima da mulher

Uma articulação da Câmara da Mulher Empreendedora com o Legislativo resultou na aprovação da Lei nº 15.416, que instituiu o Dia Florescer da Autoestima da Mulher. A data foi incluída no calendário oficial da cidade e será comemorada em 21 de setembro.
A primeira celebração acontece neste sábado, na Associação Comercial, com rodas de conversa e oficinas de capacitação coordenadas pela presidente Denise Rezende e a participação da presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres, Eliane Barreto, além de Isabela Arbex, Paula Assumpção, Carolina Limma, Rita Ferreira, Camilla Villas e Paula Serrano.

Homenagem especial

A data oficial, será marcada pela entrega do Troféu Mulher Empreendedora de Juiz de Fora, com homenagens a Ana Machado (indústria), Glória Quina (serviços), Cíntia Vidal (comércio), Marília Dornelas (saúde) e Elisabeth Batista de Castro (educação).

Exercício de diplomacia

De hoje até sábado, o Colégio Militar recebe 150 estudantes de várias partes do Brasil para o I MUNtanha – Simulação Geral no Modelo Harvard das Nações Unidas.
Os jovens vão assumir o papel de diplomatas, chefes de Estado e negociadores para discutir desafios globais, defender diferentes interesses e buscar soluções por meio da argumentação, da negociação e do diálogo. Um grupo também será responsável pela cobertura jornalística das atividades, com discussões relacionadas à geopolítica, defesa, história, meio ambiente e relações internacionais.

A propósito

Hoje é o último dia de inscrições para ingresso no 6º ano do Colégio Militar. O exame intelectual para as 30 vagas será no dia 18 de outubro.

TOQUE

Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem
(Bertolt Brecht)

• VOO LIVRE

Aniversariando, Thaís de Souza Gomes, Simone Polisseni Cavalieri e Túlio Fávaro Beggiato.

Logo mais, na Galeria Nívea Bracher, o artista Gilton Monteiro Jr. inaugura a exposição de pinturas “Até onde alcanças?”.

O projeto Palco Central recebe hoje o ‘workshow’ do contrabaixista, arranjador e compositor Itiberê Zwarg, apresentando seu processo de composição intuitiva em tempo real.

Dar esmola na rua é auxiliar a vadiagem. Ajude a Fundação Espírita João de Freitas. Ligue 3232-1279.

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