‘A Família Dionti’ estreia nesta quinta em JF

  O longa conta a história do garoto Kelton (Murilo Quirino), que vive com seu pai Josué (António Edson) e seu irmão Serino (Bernardo Santos). Na trama, a vida dos três Dionti, que moram nos rincões de Minas Gerais, segue uma rotina (quase) normal. Os garotos vão à escola, ajudam o pai nos deveres de […]

Por Regina Campos

30/03/2017 às 09h45 - Atualizada 30/03/2017 às 10h54

 

O longa conta a história do garoto Kelton (Murilo Quirino), que vive com seu pai Josué (António Edson) e seu irmão Serino (Bernardo Santos). Na trama, a vida dos três Dionti, que moram nos rincões de Minas Gerais, segue uma rotina (quase) normal. Os garotos vão à escola, ajudam o pai nos deveres de casa, brincam, jogam futebol. Josué trabalha em uma Olaria, cuida dos filhos e sonha com o dia em que vai rever sua mulher, que derreteu e foi embora. Tudo na vida deles muda quando o circo chega à cidade, trazendo consigo a garota Sofia (Anna Luiza Marques), por quem Kelton começa a se derreter de paixão. É então que os medos do pai começam a se tornar realidade. Ele, que espera todos os dias que sua amada volte em uma chuva forte, começa a temer que seu caçula também parta.

Por meio de metáforas nada óbvias e grande liberdade criativa, Alan Minas construiu uma história poética. Ainda que o realismo fantástico permeie toda a narrativa de “A Família Dionti”, são os sentimentos e as questões humanas que dão o tom ao filme.

 

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Para retratar esse universo local, o diretor Alan e a produtora Daniela Vitorino decidiram filmar na região mineira de Cataguases e suas cidades vizinhas. Além do apoio do Pólo de Cinema da Zona da Mata, de Cataguases, e de empresários da região, o coordenador de pós-produção Roni Rodrigues (“O jogo da imitação”, “Mandela”) viabilizou uma parceria para a finalização do longa com a britânica National Film and Television School (NFTS), uma das mais respeitadas escolas de cinema e TV do mundo. A partir daí, outras parcerias surgiram, como com a coprodutora inglesa Emily Morgan, com o Canal Brasil, que se tornou coprodutor do filme, e com o CTAV (Centro Técnico Audiovisual).

 Palace 2: 19:10 (exceto seg). Classificação: livre

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