Navegador veicular, qual o melhor: GPS ou aplicativo de celular?

Por Dudu Mazzei

13/11/2017 às 19h24 - Atualizada 13/11/2017 às 19h24

Confesso que adoro usufruir de novidades tecnológicas! Útil ou fútil, nem

sempre tenho tempo e paciência para aprender e utilizar tudo que a

tecnologia oferece. Dispositivos e aparelhos eletrônicos estão no topo da

lista…

 

De tanto ver meu amigo – e companheiro de trabalho faz mais de 20 anos –

Wanderson Lagrotta (Gafú) da GPS Tech, elogiar o tal aparelhinho, passei a

usá-lo em minhas viagens de carro. Na primeira, saí de JF rumo à Belo

Horizonte para cobrir um rally. Instalei-o no carro e pé na estrada, à noite!

Mas, aparelho quase me deixou maluco com tanto “bip” ! No dia seguinte

liguei para o Gafú, pois eu queria saber o motivo de tanto apito. Me explicou

que ele estava programado para avisar, entre outras coisas, a proximidade

de radar fixo, quebra mola e limite de velocidade. Ou seja, se não fosse o

dispositivo, eu estaria “ferrado”. Me convenceu!

Wanderson Lagrotta (Gafú) conserta e atualiza GPS desde 2010. (Foto: Dudu Mazzei)

Segundo Gafú, mesmo que tem celular deve orientar-se principalmente por

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um aparelho GPS. Ele tem argumentos convincentes: preço acessível (em

torno de R$300,00), usa satélite para a navegação sem qualquer custo

(escapando de falhas das operadoras de telefonia), seu celular fica livre para

chamadas e uso de redes sociais (economizando inclusive a carga da

bateria) e basta uma atualização a cada seis meses – que ele faz rapidinho e

cobra R$50,00.

Gafú dá conselhos preciosos: “recomendo que a pessoa pesquise o destino,

conhecendo e escolhendo antes de viajar, o trajeto ideal para evitar enganos

e perigosos desvios de rota. Lembro aos meus clientes que o GPS é um

equipamento auxiliar de navegação. Assim, o motorista deve continuar a

seguir e respeitar a sinalização das ruas e estradas”.

Fica minha dica e recomendação: Wanderson Gafú, GPS Tech:

32 99110-1183 (inclusive Whatsapp)

Dudu Mazzei

Dudu Mazzei

Nascido e criado em JF, formado em Técnico de Mecânica no CTU da UFJF, mecânico desde 1984, tenho uma oficina de carros desde 1986, sou jornalista e fotógrafo desde 1989. Participo de provas de automobilismo há mais de 35 anos como mecânico/preparador, fotógrafo ou jornalista. Às vezes, todas as funções ao mesmo tempo. Sou também consultor automobilístico e instrutor de mecânica de autos.

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