Um Giro Pelo México #2: no Centro da capital, várias alternativas de transporte e poucas motos

Por Dudu Mazzei

08/08/2017 às 05:02hs - Atualizada 08/08/2017 às 05:02hs

Um Giro Pelo México (vídeo #2): no Centro da capital,  várias alternativas de transporte e poucas motos

Eu e Pepê, na frente do Museu de Belas Artes do México, no coração da capital mexicana.

Eu e meu filho Pepê Mazzei, adoramos “bater pernas” no centro da capital federal do México, quando visitamos esse adorável país. Ele morou na cidade de Jalacingo por seis meses, quando fez intercâmbio em 2013, pelo Rotary Club. Retornou depois disso umas quatro vezes. Em duas eu também fui. Se pudesse, visitava o México todos os anos…

Em destaque, a belíssima Torre Latinoamericana com seus 204 metros de altura. Foto: Dudu Mazzei

Uma das maiores metrópoles do mundo, a Cidade do México, que há tempos enfrentou sérios problemas de poluição do ar – causada pelos automóveis, tem conseguido tornar o ar menos poluído,  tomando diversas providências. Vou destacar algumas visíveis:

–       substituição dos táxis (na maioria Fusca) por modelos modernos com redução de emissão de gases de até 90% (!)

–       adoção de ônibus elétricos e de triciclos táxis à pedal e/ou elétricos no centro histórico

–       expansão, ampliação e modernização das linhas de metrô

–       criação de ciclovias e oferta de bicicletas para o público gratuitamente

–        restrição e desvio do tráfego de veículos de carga

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–       fechamento de vias centrais à circulação de veículos

A prefeitura oferece gratuitamente aos cidadãos, bicicletas para locomoção na área central da Cidade do México, que possui ciclovias e topografia plana. Foto: Dudu Mazzei

 

Motocicletas para transporte de cargas e moto-táxi são raras de se ver na área central. Foto: Dudu Mazzei

 

Este modelo de transporte, que liga os terminais 1 e 2 do aeroporto, é chamado de “Aerotrem”. Foto: Dudu Mazzei

 

Chega de Fusca! No seu lugar, carros bem mais modernos e menos poluidores. Foto: Dudu Mazzei

 

No Centro Histórico, Calle Francisco I. Madero, calçadão movimentado e fechado ao trânsito de veículos. Foto: Dudu Mazzei

Com tudo isso, quando a gente para e observa as vias de fluxo mais intenso, o que se vê é uma variedade de meios de transporte. O que eu achei curioso foi o pequeno número de motocicletas, principalmente na área central. Não deve chegar a 10% ou 20% da quantidade de motos que rodam em São Paulo, metrópole com população semelhante. Assista ao vídeo, com imagens de Pepê Mazzei:

Dudu Mazzei

Dudu Mazzei

Nascido e criado em JF, formado em Técnico de Mecânica no CTU da UFJF, mecânico desde 1984, tenho uma oficina de carros desde 1986, sou jornalista e fotógrafo desde 1989. Participo de provas de automobilismo há mais de 35 anos como mecânico/preparador, fotógrafo ou jornalista. Às vezes, todas as funções ao mesmo tempo. Sou também consultor automobilístico e instrutor de mecânica de autos.

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