Câncer de mama – como prevenir e evitar essa doença?

Por Alice Amaral

11/10/2017 às 16h04 - Atualizada 11/10/2017 às 16h18

 

 

 

Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de mama é o mais incidente entre mulheres, excetuando-se os casos de pele não melanoma, e é a causa mais frequente de morte por câncer entre mulheres.

 

Quando se fala em câncer de mama, é preciso ressaltar que não existe um tipo único, é considerado um grupo heterogêneo de doenças.

 

Apresenta como fatores de risco a idade acima de 50 anos, não ter tido filhos ou primeira gravidez após os 30, não ter amamentado, menarca precoce, uso de hormônios, história familiar, alimentação inadequada e obesidade.

 

 

Os principais sinais e sintomas são tumor palpável, endurecimento da mama(aspecto de casca de laranja), inversão súbita do mamilo, secreção pelo mamilo (principalmente sanguinolenta), gânglios axilares, coceira na mama ou no mamilo, alteração do tamanho ou forma, vermelhidão, inchaço, calor ou dor na mama.

 

 

 

O diagnóstico é feito por meio do exame clínico seguido de Ultrassonografia, mamografia, Ressonância Magnética e complementado pela biópsia.

 

Atualmente dispomos de métodos para detecção precoce do câncer de mama, como é o caso da termografia. É um dos mais modernos métodos de diagnóstico por imagem digital da atualidade, sem radiação e não invasivo.

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A termografia utiliza o infravermelho para detectar a doença logo no principio, ou antes, mesmo que o tumor apareça. Basicamente o infravermelho identifica alterações metabólicas que podem disparar um sinal de alerta.

 

 

E também os estudos sobre a influência dos genes BRCA na predisposição hereditária ao câncer de mama ajudam na questão. Nas famílias com histórico de câncer de mama e ovário, a análise genética dos genes BRCA1 e BRCA 2 são fatores relevantes. Podemos afirmar que são múltiplas frentes para o enfrentamento da doença.

 

 

 

 

As pessoas podem tomar precauções para evitar o surgimento da doença, entre elas: a prática regular de exercícios físicos, não fumar, evitar o excesso de álcool, dormir o tempo suficiente e com qualidade, evitar o stress, banir os excessos em geral e manter uma dieta saudável.

 

 

 

Uma dieta saudável contempla frutas, verduras, legumes, sementes, azeite de oliva extra virgem, e por outro lado preconiza a redução e até a eliminação do consumo de produtos ultraprocessados, embutidos, defumados, refrigerantes e ricos em açúcares.

 

A conscientização sobre o problema e a busca por soluções mais eficazes e precoces, vai levar a sociedade a ganhar mais qualidade vida e evitar muitos danos à saúde, desonerar os custos de saúde e promover o bem estar.

Alice Amaral

Alice Amaral

- Título de Especialista em Nutrologia – RQE 17.528 – Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Nutrologia . - Título de Especialista em Medicina do Esporte – RQE 17.925 – Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte . - Pós Graduação em Medicina Física e Reabilitação – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – R.J. - Formação Médica em 1983

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